Roberto Di Matteo falou sobre a importância da união e da confiança dentro do grupo durante a campanha na Liga dos Campeões.
“Nunca me passou pela cabeça que estávamos fora da corrida. Mesmo quando enfrentámos grandes dificuldades, como na segunda mão, frente ao Nápoles ou nos jogos contra o Barcelona, senti sempre que havia esperança. Aquele grupo tinha algo de especial. Tantas personalidades, tantos jogadores que realmente mereciam viver a experiência da vitória e erguer o troféu mais cobiçado. A confiança que tinha na equipa era absolutamente ilimitada”, contou Roberto Di Matteo a Petr Čech.
O Chelsea, apesar das dificuldades constantes, conseguiu chegar à final e, no fim, conquistou o tão desejado troféu.
“Toda a semana antes da final foi atípica — quatro jogadores estavam indisponíveis e, até ao último momento, não sabíamos se o Gary Cahill e o David Luiz estariam aptos a tempo. Sabíamos que não podíamos improvisar no dia do jogo, por isso preparámos dois onzes diferentes. No fim, ambos recuperaram, jogaram os noventa minutos e penso que isso se deveu sobretudo à vontade da equipa em triunfar. Na verdade, foi o onze mais fácil que alguma vez escolhi para uma final”, recordou Di Matteo.
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