Rúben Dias foi o pilar defensivo de Pep Guardiola durante cinco épocas no City, mas a decisão do treinador catalão de abandonar o Etihad Stadium após 10 anos criou um vazio de incerteza e o português estará a ponderar o seu futuro.
O defesa, de 29 anos, pediu de forma clara que não lhe sejam feitas perguntas sobre o seu futuro até ao final do Mundial-2026, tendo contrato com o City até 2029.
Depois de conquistar quatro títulos da Premier League e uma Liga dos Campeões sob o comando de Guardiola, há indicações de que o antigo jogador do Benfica procura um novo desafio, caso não fique convencido com os planos do City para o pós-Pep.

O clube está a trabalhar num acordo para trazer de volta o antigo adjunto de Guardiola, Enzo Maresca, como seu sucessor, estando as negociações com o Chelsea para a compensação a avançar.
Como parte dos esforços do City para manter Rúben Dias, notícias do Football Insider indicam que Maresca irá oferecer ao internacional português a braçadeira de capitão do clube, numa tentativa de travar a tentação do Real Madrid, depois de Bernardo Silva ter feito a sua própria mudança para a capital espanhola.
Bernardo Silva assumiu a braçadeira no verão passado, após as saídas de Kevin De Bruyne e Kyle Walker, com Rúben Dias a ser escolhido para integrar o grupo de liderança juntamente com Rodri e Erling Haaland.
Guardiola nomeou-o capitão em quatro jogos da Premier League na época passada e a saída de John Stones aumenta ainda mais a necessidade de um líder defensivo, numa altura em que José Mourinho prepara o seu próximo movimento no mercado de transferências.
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