Pep Guardiola não confirma (ainda) adeus ao City: "A primeira pessoa com quem tenho de falar é o presidente"

Pep Guardiola, treinador do Manchester City
Pep Guardiola, treinador do Manchester CityReuters/Paul Childs

O treinador do Manchester City, Pep Guardiola, não confirmou nem desmentiu a sua saída no final da época, esta terça-feira, depois de se despedir do título na Premier League, explicando que tem de falar com o seu presidente antes de qualquer anúncio.

"Compreendem que a primeira pessoa com quem tenho de falar é o meu presidente. Os dois, assim que a época terminar, vamos sentar-nos e conversar, é tão simples quanto isso, e depois tomaremos uma decisão", afirmou Pep Guardiola à Sky Sports.

A imprensa britânica garante que o catalão de 55 anos já decidiu deixar o Manchester City no final da presente época, a um ano do término do seu contrato.

"Quando se disputa a Taça de Inglaterra, quando se joga a Premier League, só tenho uma coisa em mente e como objetivo: tentar levar a equipa o mais alto possível", acrescentou aos microfones do canal britânico, que insistiu nas especulações sobre o seu futuro.

O Manchester City disputou e venceu a final da Taça de Inglaterra, no sábado, frente ao Chelsea, e ainda podia acreditar no título da Premier League, desde que vencesse o Bournemouth, esta terça-feira. Mas os homens de Guardiola conseguiram apenas um empate (1-1).

O Arsenal sagrou-se campeão de Inglaterra, pela primeira vez desde 2004, graças aos quatro pontos de vantagem que detém antes da última jornada, no domingo.

Chegado em 2016 ao Manchester City, Guardiola conquistou vinte títulos em dez anos, incluindo seis na Premier League e um na Liga dos Campeões. O clube já confirmou que haverá uma parada na segunda-feira, 25 de maio, para celebrar o título na Taça e o triunfo da equipa feminina no campeonato.

De acordo com a imprensa britânica, o City já terá chegado a acordo com o seu sucessor, Enzo Maresca, para um contrato de três anos. O italiano de 46 anos foi adjunto de Guardiola na época 2022/2023, a do triplete campeonato, Taça de Inglaterra e Liga dos Campeões. Depois, orientou o Leicester (2023-2024), conseguindo a promoção à Premier League, e seguiu para o Chelsea. Nos Blues, conquistou a Liga Conferência e o Mundial de clubes, em 2025, antes de sair a 1 de janeiro, após uma crise de resultados e divergências internas.

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