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"Acho que dissemos depois da semana passada (derrota frente ao Manchester City) que tínhamos de ganhar cinco jogos se quiséssemos conquistar a Premier League", afirmou Declan Rice.
"Já está um, faltam quatro. O importante era vencer, independentemente da forma como o conseguíssemos", acrescentou o médio.
O Arsenal tem vindo a vacilar e viu uma vantagem de nove pontos na luta pelo título desaparecer. A derrota por 2-1 no domingo passado, em casa do Manchester City, aliada ao triunfo apertado do City em Burnley, na quarta-feira, tirou-lhes a liderança pela primeira vez desde outubro.
A vitória deste sábado, garantida por um golo magistral de Eberechi Eze aos nove minutos, foi difícil, mas permitiu ao Arsenal voltar a distanciar-se três pontos, embora o City tenha um jogo em atraso.
Com a diferença de golos entre Arsenal e City praticamente igual, a corrida ao título transformou-se numa autêntica maratona de cinco jogos, e a equipa de Mikel Arteta tem agora de se concentrar nos encontros que faltam: em casa frente ao Fulham e ao Burnley, e fora diante do West Ham e do Crystal Palace – desafios que, à partida, não parecem ser os mais complicados.
Se vencer todos esses jogos, o Arsenal ficará muito perto de conquistar o primeiro título de campeão desde 2004.
"São tempos entusiasmantes. Ainda há muito por decidir", acrescentou Rice, que regressa ao onze para liderar o meio-campo na deslocação ao Atlético de Madrid, na primeira mão das meias-finais da Liga dos Campeões, na quarta-feira.
Os jogadores do Arsenal estavam de rastos ao apito final, após 97 minutos de enorme esforço. Mas o capitão Martin Odegaard garantiu que não haverá tréguas na luta do Arsenal para manter o City à distância.
"Este calendário é uma loucura. Só temos de continuar. Estamos na reta final da época, é altura de dar tudo o que temos, lutar em cada jogo, e simplesmente continuar", afirmou o norueguês.
"É aqui que queremos estar, mas isto vai decidir-se até ao último momento. Estamos preparados e vamos lutar todos os dias", acrescentou.
