Mancini treinou o City entre 2009 e 2013 e conduziu a equipa ao primeiro título inglês da primeira divisão em 44 anos, além de conquistar a Taça de Inglaterra.
Entre as alegadas infrações do clube estão falhas no fornecimento de informações corretas sobre os pagamentos a jogadores e treinadores ao longo de nove épocas, a começar no ano em que Mancini assumiu o cargo.
"Não é uma questão que me diga respeito. Não é nada de novo, porque este assunto tem sido discutido nos últimos quatro ou cinco anos", afirmou Mancini, atual selecionador de Itália, aos jornalistas, antes do jogo da sua equipa frente à Turquia, para a Liga das Nações.
"O Manchester City não foi considerado culpado e o alegado contrato duplo não me diz respeito. É um problema deles, não meu".
Na sexta-feira, foi amplamente noticiado que uma comissão independente tinha decidido que o City era culpado de 114 acusações relacionadas com violações das regras financeiras.
No entanto, a Premier League ainda não fez qualquer anúncio oficial e não existe uma indicação concreta sobre uma eventual sanção.
O City negou veementemente as acusações e o seu presidente, Khaldoon Al Mubarak, afirmou no sábado que continua confiante de que provará a inocência do clube.
É esperado que o City recorra da eventual punição, que ainda não foi anunciada e poderá incluir uma dedução de pontos, a expulsão da Premier League ou uma multa avultada.
