Recorde as incidências da partida

Lucas Arcanjo foi a grande figura do Vitória. O guarda-redes realizou intervenções decisivas em ambas as partes, tanto em remates altos como rasteiros, e conseguiu manter a baliza inviolada. Terminou o encontro com seis defesas e teve influência direta no resultado final, recebendo a nota mais elevada do jogo (8,1), segundo os critérios do Flashscore.
A exibição de Arcanjo contrastou com a dos restantes companheiros. À exceção de Erick e Caíque Gonçalves, ambos avaliados com 7,1, nenhum outro jogador do Vitória ultrapassou a nota de 6,8.
O encontro ficou ainda marcado pela utilização de Danilo Santos, lançado a meio da segunda parte. O jogador atingiu, assim, os 13 jogos no Brasileirão, marca que o impede de representar outro clube da Série A nesta temporada e que frustra as intenções do Palmeiras, interessado na sua contratação.
Anjo salvador
No ataque, Arthur Cabral foi o jogador mais perigoso do Botafogo. O avançado rematou colocado ao ângulo da baliza do Vitória, obrigando Lucas Arcanjo a uma boa defesa, e ainda participou numa jogada que terminou com nova intervenção do guarda-redes, uma das principais figuras da primeira parte.

Com pouco espaço para explorar em zonas interiores, o Vitória criou pouco perigo. Ainda assim, quando conseguiu aproximar-se da baliza contrária, esbarrou no estreante Warleson.
A segunda parte tinha começado há poucos segundos quando Montoro acertou no poste, com Arcanjo ainda a desviar a bola e a evitar o pior. O guarda-redes do Vitória voltou depois a travar Arthur Cabral, desta vez num cabeceamento picado que exigiu uma intervenção de grande reflexo.
O Vitória continuou a fechar bem os espaços e testou a paciência dos jogadores e dos adeptos do Botafogo. A falta de eficácia do Glorioso acabou por ser castigada por uma exibição de grande nível de Lucas Arcanjo, a principal barreira entre os postes.
