Recorde as incidências da partida
Na conferência de imprensa após a partida, o treinador corintiano apontou que a mobilização mental após o triunfo sobre o Rosario Central a meio de semana foi o principal obstáculo para manter a intensidade da equipa.
"Os começos foram muito bons, mas oscilamos um pouco. Algo que era previsível por conta do jogo de quinta-feira era ter um desgaste físico. O desgaste psicológico e emocional é muito maior do que o físico. Mobilizar de novo os jogadores para a partida de hoje é sempre um desafio", explicou Fernando Diniz.
O técnico afirmou que “principalmente a energia psicológica” não estava a 100% em Curitiba.
"Sofremos dois golos muito evitáveis. Bola parada que eles erraram na confeção da jogada e acabou que sofremos golo. Depois, no segundo, estávamos com a equipa em linha baixa. Nos dois jogos contra o Rosario, por exemplo, que teoricamente tínhamos que defender, não tivemos nenhum problema. Hoje, por uma falta de atenção, quisemos recuperar a bola muito rápido em vez de marcar direito e acabamos por sofrer o segundo golo", analisou Fernando Diniz.
Clássico à vista
A segunda derrota seguida no Brasileiro manteve o Timão com 32 pontos na décima posição da tabela.
Agora o Corinthians procura a reabilitação no próximo domingo, quando disputa o clássico contra o Santos na Neo Química Arena. Para esse duelo, Fernando Diniz já tem uma baixa confirmada: o médio Breno Bidon cumpre suspensão automática após receber o terceiro cartão amarelo.
