O presidente da FIFA, Gianni Infantino, manifestou o desejo de diminuir a diferença entre as principais potências do futebol mundial e o restante dos países. A notícia foi avançada pela Marca no seu site.
"Alguns, infelizmente, não precisam nem querem que os outros evoluam, mas temos de reduzir esta diferença entre os países grandes, muito grandes, e todos os outros", afirmou Infantino após um encontro na República Dominicana com os representantes da Caribbean Football Union, entidade de referência para o futebol nos Caraíbas, da qual a liderança da FIFA obteve apoio apesar de fazer parte da CONCACAF, crítica em relação ao presidente e liderada pelo seu possível adversário nas próximas eleições, Victor Montagliani.
"Os grandes protagonistas estão a fazer um excelente trabalho e devem continuar a crescer, mas temos de encontrar investimentos para todos, proporcionando oportunidades e recursos ao futebol mundial. É isso que procurámos fazer nos últimos dez anos, nas últimas dez semanas e que continuaremos a fazer nos próximos anos", sublinhou Infantino
Sobre as polémicas geradas em torno do projeto de venda de quotas do Mundial a investidores privados, o líder da FIFA afirmou que "é importante ser ouvido, prestar atenção e poder expressar o que se sente", mostrando-se "muito satisfeito com o apoio recebido" nas Caraíbas.
