Mayke não abre mão de receber o valor integral previsto no contrato. O Santos já direcionou a situação ao departamento jurídico, que determinará os próximos passos do imbróglio.
O ge informa que o representante do jogador indica atraso de dois meses de salários na carteira, três de FGTS, cinco de direitos de imagem e sete de luvas.
"O Mayke abriu mão de muito para que esse acordo acontecesse. Relevamos o tratamento dispensado ao atleta e fizemos todas as concessões possíveis para evitar uma disputa judicial", afirmou.
"Após dias de negociação, havia um consenso sobre os valores. Mas, na hora de formalizar o acordo, o Santos apresentou uma proposta cerca de 25% inferior ao que tinha sido ajustado, além de modificar condições relevantes, afirmando tratar-se da oferta final. Diante da quebra de confiança nas negociações, o ajuizamento da ação tornou-se inevitável", explicou.
O lateral está fora dos planos de Cuca e não entra em campo desde o dia 17 de maio, na derrota frente ao Coritiba por 3-0, para Brasileirão. No total, soma oito partidas pelo Peixe em 2026.
Sem um desfecho para o impasse, Mayke continua a treinar à parte no CT Rei Pelé. O lateral-direito vive uma situação semelhante à do médio Zé Rafael, que também negocia uma rescisão amigável com o Santos.

