Recorde as incidências do encontro
O Inter somou o primeiro triunfo desde o fim do Mundial de Clubes e colocou um ponto final numa série de cinco jogos sem vencer (1E, 4D). Além disso, quebrou um jejum de 34 anos sem derrotar o Corinthians na Taça do Brasil. A segunda mão está marcada para a próxima quinta-feira (6), às 20h00, na Neo Química Arena.

A única vitória do Internacional sobre o Corinthians na competição remontava aos oitavos de final de 1992, ano em que o clube de Porto Alegre conquistou o seu único título da prova. Desde então, tinham-se registado quatro empates e um triunfo do Corinthians, na final de 2009.
A equipa orientada por Fernando Diniz voltou a ressentir-se das várias ausências e somou o terceiro encontro consecutivo sem vencer (2E, 1D). Além disso, o Corinthians completou 10 anos sem ganhar no terreno do Internacional, onde regista sete empates e três derrotas nesse período. No total, venceu apenas uma das últimas 13 partidas entre as duas equipas (8E, 4D).

Matheus Bahia precisou de 1.710 dias para voltar a marcar, desde o último golo, apontado em novembro de 2021. Foi também o primeiro tento do lateral-esquerdo com a camisola do Internacional. Formado no Bahia, o defesa apenas tinha marcado pelo clube de Salvador, antes de representar o Ceará durante duas épocas.
Após 160 jogos sem festejar um golo, Matheus Bahia terminou o jejum da forma menos esperada para um jogador canhoto: com um remate de pé direito. O lateral aproveitou uma sobra na sequência de um canto, finalizou com qualidade e abriu caminho para o triunfo do Internacional.

Internacional e Corinthians apresentaram números muito semelhantes no capítulo dos remates, enquanto a posse de bola pertenceu maioritariamente ao Timão. No entanto, os golos esperados (xG) — e o próprio resultado — mostram que o Colorado criou oportunidades de maior qualidade e foi mais eficaz na finalização.
O Internacional repetiu a estratégia que já tinha dado bons resultados frente ao Flamengo, privilegiando a consistência defensiva com uma linha de cinco sem bola. No ataque, a equipa voltou a explorar o posicionamento mais adiantado de Alan Patrick, decisivo na construção das jogadas ofensivas.

