Toluca 2-0 Monterrey
Com este título, El Turco Mohamed consolidou-se como o treinador mais titulado da história do Toluca, clube que orienta desde 2025.
"Quero ganhar tudo o que for possível. Não podemos descansar sobre os louros, é preciso continuar a competir. Estou muito feliz e totalmente comprometido em fazer um grande torneio no México e na Intercontinental", afirmou Mohamed, que conquistou o seu troféu número onze com equipas mexicanas.
Além disso, os Diablos Rojos devolveram a Taça das Ligas à Liga MX após três edições conquistadas por clubes da MLS.

O Toluca aproveitou a primeira oportunidade que teve e, a partir desse momento, mostrou a solidez e o saber-fazer necessários para anular o arsenal dos Rayados de Almeyda.
Exceptuando o guarda-redes argentino Esteban Andrada e uma linha de quatro defesas, o Monterrey apresentou um meio-campo de vocação ofensiva com cinco jogadores e o belga Hugo Cuypers como referência no ataque.
"O jogo foi muito bem disputado, como merece uma final. Eles feriram no momento certo, depois entrámos no jogo, arriscámos, propusemos, e o futebol ganha-se a marcar golos", disse Almeyda, que orientou a sua primeira final em menos de cem dias com os Rayados.
Pelos Diablos, o uruguaio Federico Viñas e Alexis Vega foram essenciais para alcançar o 1-0 aos 4 minutos.
Com apenas um mês no clube escarlate, Viñas destacou-se ao colmatar a ausência por lesão do português Paulinho; marcou dois golos na primeira fase desta Taça das Ligas e, nas meias-finais frente ao León, fez o golo que garantiu a presença na final.
Nesta final, o uruguaio construiu a jogada do primeiro golo e esteve perto de o assinar com um remate ao poste.
Vega encarregou-se de completar o trabalho de Viñas ao aproveitar o ressalto com um remate à queima-roupa. Dez anos após a sua estreia pelo Toluca, o extremo mexicano é um símbolo escarlate presente em todos os títulos conquistados por Mohamed.
Após a vitória na final, Vega, de 28 anos, foi distinguido como o melhor jogador da provs.

