Recorde as incidências do encontro
O posicionamento do treinador ocorreu na noite de quarta-feira, no Nubank Parque, logo após a vitória por 1-0 sobre a LDU, para a 1.ª mão dos quartos de final da Libertadores.
Abel Ferreira tinha afirmado em entrevista anterior que os adeptos deveriam "desfrutar" porque nunca tinham comemorado tanto como no seu período como técnico.
"Fui rever e não gostei do que vi. Sou casado com a minha mulher há 20 anos e às vezes digo o que não devo, mas ela sabe o que tem em casa", disse. “Se calhar, não fui claro, não soube expressar-me, portanto tudo que eu faço é o melhor que posso com os recursos que tenho para ajudar o Palmeiras. Respeito muito a história do Palmeiras, ninguém é maior do que o Palmeiras. Amo estar no Palmeiras".

“Volto a repetir aos adeptos, quando dizem que sou um deles, muitas vezes tenho o coração ao pé da boca", acrescentou o treinador.
"Encontrei um relógio preparado no Palmeiras. Eu trouxe a pilha. O que é mais importante: o relógio ou a pilha? Os dois. Respeito muito a história do Palmeiras. Venceu, está a vencer e continuará a vencer quando eu sair do clube", reforçou.

“Um dia deixarei o clube. Vou voltar a repetir. Serei eternamente grato a tudo que o clube me proporciona", concluiu.
Vantagem magra para Quito
Dentro de campo, o Palmeiras vai levar uma vantagem mínima para a partida da 2.ª mão no Equador.
"Acho que hoje tivemos um jogo coletivo formidável em função das chances que criámos. Em comparação à última eliminatória que tivemos aqui, conseguimos um resultado bem melhor. Fiquei contente pelo volume e quantidade de oportunidade que criamos", analisou.
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