Em entrevista à ESPN publicada esta quarta-feira, o dirigente abordou os bastidores da saída do atleta de 30 anos e revelou que o próprio jogador definiu o fim da sua trajetória no Ninho do Urubu ao recusar propostas de renovação contratual.
Boto também afirmou que o Fla nunca quis contratar o avançado Luiz Henrique, do Zenit, e que o médio Thiago Almada, que assinou pelo River Plate, alterou as suas exigências financeiras em cima da hora – o que fez o Rubro-Negro desistir do negócio.
Fim do ciclo de Cebolinha
O dirigente rubro-negro confirmou que Everton Cebolinha solicitou dispensa na segunda-feira para regressar ao Rio de Janeiro e dar seguimento às negociações com os interessados, mas não confirmou o acordo com o Santos.
"O Everton, já há algum tempo, excluiu-se do Flamengo, no sentido de não renovar o contrato, que era o fim de um ciclo para ele. A partir desse momento, pusemo-lo à disposição para que seguisse a sua vida o mais rapidamente possível. Sem colocar qualquer entrave ou problema", contou Boto.
Apesar de não vetar transferências para rivais do futebol nacional, José Boto ressaltou que o Flamengo impôs exigências específicas para libertar o avançado para equipas brasileiras, entre as quais a inclusão de uma cláusula contratual que impeça Cebolinha de defrontar a equipa rubro-negra.
Sem contar com Cebolinha na comitiva, o Flamengo defronta o Independiente del Valle esta quinta-feira, em Quito, no jogo da primeira mão dos quartos de final da Libertadores.

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