Recorde aqui as incidências do encontro
Para o treinador rubro-negro, a complacência da arbitragem com o excesso de faltas e contactos físicos diretos prejudicou o desempenho da equipa carioca.
"Foi um jogo dentro do que a gente esperava. Extremamente agressivo. Mais do que competitivo, agressivo. Muito difícil de jogar, vocês viram, muitos contactos. O árbitro permitia agarrar, dar porrada, deixou andar. Para nós, que gostamos de ter a bola, houve dificuldades. O contacto não nos permitia ter a bola mais vezes", afirmou o português na conferência de imprensa.
"O árbitro não deixou jogar", insistiu. “Eu acredito que no Maracanã o árbitro vai ser mais rigoroso nesse tipo de situação, porque assim vira râguebi", declarou ainda.

Jardim também reconheceu que o volume de remates do Flamengo ficou abaixo do ideal – a sua equipa não rematou nenhuma vez à baliza de Muslera.
"Com certeza não rematamos ou atacamos como pretendíamos, também por mérito do Estudiantes. Como disse, muitas vezes fomos anulados com duelos e faltas e isso matou o jogo", analisou.
Com o resultado de igualdade sem golos fora de casa, o Flamengo precisa de uma vitória no jogo da 2.ª mão, na próxima quinta-feira, no Maracanã, para avançar para a final da Libertadores.

Quem se apurar vai defrontar o vencedor do duelo entre Palmeiras e Fluminense — cuja vantagem inicial pertence à equipa de Abel Ferreira após o triunfo por 2-1 na primeira mão.
Receba todas as notícias sobre as suas equipas e jogadores favoritos!
Transferências, notícias, entrevistas: ative as noficações para os artigos sobre os seus jogadores e equipas favoritas.

