Internacional português em cinco ocasiões, Tiaguinho, ala canhoto de 28 anos nascido em Matosinhos, começou a dar os primeiros toques na bola no GDC Cohaemato, de Leça da Palmeira, mas em 2014, com apenas 16 anos, foi contratado pelo Benfica. Poucas semanas depois, tornou-se o jogador mais jovem de sempre a alinhar pela equipa principal dos encarnados.
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Após três anos em Lisboa, acabou emprestado ao SC Braga e ajudou os minhotos a atingirem a meia-final do play-off em 2017/18. Na época seguinte estreou-se pela seleção sénior de Portugal num jogo de preparação frente à Ucrânia, em Rio Maior, e foi finalista da Taça da Liga.
Em 2019/20 esteve cedido ao AD Modicus Sandim, que terminou a fase regular na terceira posição. De regresso ao Sul do país ao cabo de três anos passados entre Braga e Vila Nova de Gaia, Tiaguinho mudou-se para Carcavelos e representou a Quinta dos Lombos durante três campanhas.
Um convite da ADCR Caxinas trouxe-o novamente para perto de casa, mas a passagem por Vila do Conde foi curta, uma vez que o futuro passava por Itália. Na primeira aventura no estrangeiro, Tiaguinho fez 53 jogos e 12 golos pelo Fortitudo Pomezia, que disputa a Serie A italiana.
A partir de agora, o ala de 1,69 metros reforça a recém-criada equipa de futsal do FC Porto e vai reencontrar Cardinal no plantel comandado por André Pereira. Nas costas irá envergar o número 10.
Feliz e grato: “Primeiramente, é um sentimento de muita felicidade, mas principalmente de gratidão por poder fazer parte da equipa do meu clube do coração e por poder servir o FC Porto. Quero ajudar a equipa nos objetivos propostos.”
Um sonho tornado realidade: “Desde que comecei a jogar que era um o objetivo muito grande conseguir vestir a camisola do FC Porto, pois sempre foi o meu clube. Ao poder fazer parte desde o início desta história é impossível não ficar feliz e orgulhoso por todo o meu trabalho até aqui.”
A entrada do FC Porto no futsal: “O FC Porto fazia muita falta ao futsal, pela dimensão que o clube tem, por ser do Norte, onde as pessoas são mais aguerridas e apaixonadas. Fazia falta que o FC Porto entrasse na modalidade. Agora vai entrar e vai entrar para vencer.”
Um convite irrecusável: “Já jogo futsal desde os meus oito anos. Quando me ligaram do FC Porto, nem pensei duas vezes, era e é o meu sonho.”
O reencontro com Cardinal: “Um facto curioso é que já partilhámos o quarto num estágio da seleção nacional e sem dúvida de que é uma grande referência do nosso futsal. Estou muito contente.”
Compromisso, qualidade e experiência: “De mim os adeptos podem esperar compromisso, é o primeiro ponto. Depois, taticamente e tecnicamente, quero dar muito à equipa. Já estive em várias finais e em várias fases finais de competições e também já joguei a Liga dos Campeões. É sempre bom ter esta bagagem e sem dúvida que vou fazer tudo para ajudar os meus colegas e o FC Porto.”
