Paulo Freitas (treinador FC Porto):
“A entrada forte no jogo fazia parte do plano de jogo. Sabíamos que havia muita qualidade do outro lado e sabíamos que existia a mesma vontade e ambição de poder conquistar o troféu.
Tínhamos de entrar fortes e defensivamente ser muito rigorosos. Acho que foi uma primeira parte absolutamente fantástica do FC Porto e a segunda mais dividida, com muita qualidade do outro lado, em que tivemos capacidade de sofrimento e humildade, que fez parte do processo de conquistar este título que tanto queríamos.
Esta vitória significa um grande momento de satisfação e temos de festejar muito hoje, porque trabalhámos muito para isto acontecer, mas na terça-feira já voltamos ao trabalho.
A nossa equipa tem muita qualidade e acreditou sempre. Acabámos por atingir o nosso objetivo que era conquistar o troféu, que metemos no museu do FC Porto, e isso é que fica para a história”.
Ricardo Ares (treinador Barcelona):
“Antes de mais dar os parabéns ao FC Porto por esta Liga dos Campeões.
Não entrámos bem na partida e sabíamos que o FC Porto tem uma entrada muito forte nos jogos. Conseguiram concretizar e fomos a reboque durante todo o jogo. É certo que houve momentos de quatro para três que podíamos ter entrado no jogo.
Na segunda parte acho que competimos melhor e travámos melhor os ataques do adversário, que, por estar na frente do marcador, foram mais largos e menos ofensivos.
Tenho, no entanto, orgulho nos meus atletas, da equipa e da atitude de todos.
Há anos que esta equipa não chegava a finais e poder lutar pela final da Liga dos Campeões é algo muito importante para nós”.
