Jordi Capdevila (treinador do Esneca Fraga):
“Creio que foi uma partida que controlámos bem e dominámos no espaço.
Ganhar a Liga dos Campeões é uma coisa inimaginável para um clube muito pequeno como o nosso.
Atrás desta vitória há muito trabalho. Competir como estamos a competir é um orgulho imenso e esta vitória é um prémio enorme”.
Paulo Almeida (treinador do Benfica):
“O Benfica entra mal, porque até ao primeiro golo o Fraga nada de perigo tinha feito e uma bola bombeada para a nossa área bate nas pernas de uma jogadora nossa e entra.
Depois quando o Fraga se colocou a ganhar, e as equipas espanholas fazem muito isto, quis controlar o jogo e tiveram muita paciência para chegar à baliza.
Para mim, o momento do jogo são as bolas paradas. O Benfica pode fazer o 2-1 na primeira bola parada e não o faz. A guarda-redes do Fraga é expulsa e temos uma segunda bola parada e não também não fazemos golo.
Depois de reduzirmos quando estavam quatro jogadoras para três, e não tendo marcado as bolas paradas, senti a equipa mais ansiosa e ia à baliza de qualquer maneira.
Depois do 3-1, a minha equipa quebrou animicamente e depois já era o coração e não a cabeça a jogar.
Dar os parabéns ao Esneca Fraga que foi melhor e acabou por ganhar bem”.
