Recorde aqui as incidências do encontro
Carlos Carvalhal (treinador do Famalicão):
"A responsabilidade da derrota é minha e toda minha. Assumo a total responsabilidade dos erros dos meus jogadores. Sou eu que os treino, sou eu que os meto a jogar.
Falando sobre o jogo, foi uma primeira parte bastante competitiva. Acho que estivemos bem no jogo, aspirávamos a chegar ao segundo golo. Na segunda parte, na primeira vez em que o Alverca tem um lançamento longo, sofremos o 1-2 e acho que os fantasmas de um passado recente voltaram todos.
Voltámos um bocadinho àquele início da época, em que cometemos também erros muito complicados, que nos levaram a perder alguns pontos nas primeiras jornadas do campeonato.
Depois dos primeiros jogos, conseguimos equilibrar a equipa, torná-la competitiva, torná-la forte. Só que, obviamente, este resultado não estava nos nossos planos. É um passo atrás, sem dúvida nenhuma.
Muitos jogadores na seleção, às vezes a conexão perde-se um bocadinho entre os jogadores, perde-se também o foco da nossa forma de jogar. Eu não estou a desculpar-me com nada, mas é uma realidade da nossa equipa e de muitas, não é só da nossa.
Temos que pôr a equipa alinhada, forte outra vez e competitiva. Isso faz-se através do trabalho, do treino, da perseverança, porque atitude e vontade dos meus jogadores não faltam".
Sérgio Ferreira (treinador do Alverca):
"Houve alguma diferença da nossa primeira parte para a segunda parte. Temos conseguido gerir o tempo de jogo e o espaço através da bola. Conseguimos ter um pouco mais de bola por trás, mas, depois, alongámos o jogo, em alguns momentos bem, tendo em conta a pressão da equipa adversária.
Mas, acima de tudo, sem bola, a equipa foi muito compacta, foi muito coesa. Nem sempre conseguimos pressionar da forma como queríamos, mas é jogo e é saber jogar. A verdade é que não permitimos grandes oportunidades à equipa adversária.
(A vitória) Dá-nos mais tempo, mais energia, mais confiança. Não me posso queixar da entrega e do compromisso dos jogadores".
