Escócia 0-3 Suíça

A Suíça venceu com naturalidade a Escócia, num encontro em que os britânicos jogaram reduzidos a dez elementos durante quase 80 minutos. O triunfo permitiu ainda aos helvéticos somar duas vitórias consecutivas na competição pela primeira vez desde 2022.
Depois do empate na estreia, em Liubliana, Sébastien Pocognoli esperava certamente um início positivo no primeiro jogo ao comando da Escócia em Hampden Park, mas o cenário rapidamente se complicou.
Uma boa combinação ofensiva da Suíça isolou Dan Ndoye nas costas da defesa escocesa, obrigando Jack Hendry a travá-lo em falta. A decisão inicial apontou para grande penalidade, mas a infração acabou por ser assinalada fora da área. Hendry viu o cartão vermelho e Ricardo Rodríguez aproveitou o livre resultante para inaugurar o marcador, com um remate colocado ao ângulo.
A expulsão obrigou a Escócia a mexer muito cedo. Kieron Bowie, que fazia a primeira titularidade pela seleção, foi sacrificado aos 14 minutos para dar lugar a Stephen Welsh e recompor o setor defensivo.

Mesmo em inferioridade numérica, os anfitriões ainda tentaram responder. Andrew Robertson apareceu em boa posição, mas rematou por cima. Do outro lado, a Suíça manteve o controlo e esteve várias vezes perto de ampliar, sobretudo através de Johan Manzambi, Zeki Amdouni e do próprio Ndoye, obrigando Angus Gunn a algumas intervenções.
Na segunda parte, a superioridade suíça manteve-se evidente. Remo Freuler e Ardon Jashari ameaçaram antes de, aos 55 minutos, surgir o segundo golo. Ndoye cruzou rasteiro e Nico Elvedi apareceu na área para finalizar de primeira e aumentar a vantagem.
Pocognoli tentou mudar o rumo do encontro com três alterações à passagem da hora, mas a Escócia continuou sem conseguir travar o domínio adversário. Ndoye voltou a ficar perto do golo e Fabian Rieder rematou ligeiramente ao lado.

A sentença ficou fechada aos 82 minutos. O ex-Benfica Amdouni, que já procurava o golo há algum tempo, apareceu em boa posição e finalizou de primeira para bater Gunn e fixar o resultado em 0-3.
Luxemburgo 0-3 Islândia

A Islândia alcançou a maior vitória fora de casa dos últimos três anos ao bater o Luxemburgo, com o benfiquista Leandro Barreiro a titular, colocando ainda um ponto final numa série de sete jogos sem vencer.
Depois do empate 1-1 frente à Estónia na primeira jornada, os islandeses entraram melhor e assumiram desde cedo o controlo da partida. Mikael Ellertsson deixou o primeiro aviso, mas foi pouco depois que surgiu o golo inaugural.
Orri Oskarsson recebeu junto à linha de meio-campo, rodou com qualidade e conduziu a transição antes de servir Andri Gudjohnsen, que finalizou com classe perante a saída do guarda-redes.
A Islândia, que procura regressar de imediato à Liga B, manteve o ascendente e continuou a criar perigo. Hakon Haraldsson desperdiçou duas oportunidades, mas Oskarsson acabaria mesmo por ampliar a vantagem antes do intervalo. Lançado por Gudjohnsen, o avançado isolou-se e não desperdiçou frente a Anthony Moris, apontando o 10.º golo pela seleção.

O Luxemburgo, que vinha de quatro vitórias nos últimos cinco jogos, revelou muitas dificuldades para incomodar a organização islandesa durante a primeira parte. Vincent Thill protagonizou o único remate enquadrado dos anfitriões antes do descanso, sem criar grandes problemas.
O cenário pouco mudou no segundo tempo. Victor Palsson obrigou Moris a intervir com um remate rasteiro e Haraldsson voltou a desperdiçar uma boa oportunidade junto à marca de grande penalidade.

O terceiro golo surgiu já dentro dos últimos 15 minutos. Palsson apareceu sem marcação ao primeiro poste e desviou de cabeça para o fundo da baliza, fechando uma vitória tranquila e inteiramente justificada da equipa de Arnar Gunnlaugsson. O Luxemburgo só voltou a criar perigo perto do final, quando Jayson Videira rematou ao lado.
Outros resultados:
Liga B
Eslovénia 2-0 Macedónia do Norte
