Reveja aqui as principais incidências da partida
"É certamente algo que pesa um pouco, temos de deixar isso para trás, porque, se continuarmos a pensar no que aconteceu, não conseguiremos realmente melhorar as coisas", declarou Mancini numa conferência de imprensa.
"Temos de pensar de forma positiva, não estar constantemente a remoer o que aconteceu. De qualquer forma, não podemos mudar nada do que sucedeu", acrescentou, referindo-se à derrota na final do play-off europeu de acesso ao Mundial-2026, no final de março, frente à Bósnia-Herzegovina, que impediu a Nazionale de disputar o terceiro campeonato do mundo consecutivo.

Questionado sobre quanto tempo será necessário para a Itália recuperar o seu lugar entre a elite mundial, Mancini, que já ocupou o cargo entre 2018 e 2023, admitiu que ainda não tinha a resposta: "Não sei, mas tenho a certeza de uma coisa: com dois treinos, não podíamos alinhar 11 jogadores e esperar disputar 90 minutos perfeitos. Esperávamos fazer um pouco melhor na primeira parte, mas houve coisas boas na segunda, por isso nem tudo foi negativo".
"Temos de partir dos primeiros 25 minutos da segunda parte, porque fomos muito agressivos, recuperámos todas as segundas bolas e não permitimos absolutamente nada durante 25 minutos à Bélgica", afirmou, antes do próximo jogo, na segunda-feira, frente à Turquia.
Mancini compreendeu também a reação dos 47.000 espectadores do Estádio Olímpico, que vaiaram a Nazionale no apito final: "É bastante normal: perdes e os adeptos ficam desiludidos e zangados, faz parte do jogo, mas será ainda mais bonito no fim, quando voltarmos ao topo", concluiu.
