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Esta sexta-feira, o the Athletic revelou que o Manchester City foi alegadamente considerado culpado de quebrar as regras financeiras da Premier League em 114 ocasiões. Os cityzens enfrentavam 115 acusações, mas apenas em uma foram considerados inocentes.
O castigo ainda não foi decidido, mas, de qualquer maneira, o clube ainda reserva a possibilidade de interpor um recurso contra o veredito.
Ao the Athletic, o Manchester City manteve a posição reafirmada em 2023, quando se mostrou surpreendido pelas acusações e acolheu de bom grado uma investigação independente.
As sanções, recorde-se, podem ir de dedução de pontos – que pode ser retroativa e significar a perda de títulos – até à expulsão da Premier League.
Recorde-se que as acusações remontam a um período entre 2009 e 2018, iniciada depois de uma investigação do jornal alemão Der Spiegel. A Premier League acusou o Manchester City de não conseguir providenciar a informação financeira e detalhes dos pagamentos a treinadores e jogadores, bem como de quebrar as regras financeiras da competição e da UEFA, situações todas negadas pelo clube.
Em fevereiro de 2020, o organismo que regula o futebol europeu multou o City em 30 milhões de euros e aplicou uma suspensão das provas continentais de dois anos. Contudo, um recurso ao Tribunal Arbitral do Desporto levou à reversão da suspensão, com base no facto de algumas das alegadas acusações terem prescrito. Ainda assim, o clube pagou 10 milhões de euros em multas por falta de cooperação com a UEFA.
Durante o período da investigação, o Manchester City foi tricampeão inglês, venceu quatro vezes a Taça da Liga, duas vezes a Taça de Inglaterra e uma vez a supertaça inglesa.
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