Recorde aqui as incidências do encontro
Pepa (treinador do Estrela da Amadora):
“Esta vitória e estes três pontos são dedicados ao Dinis (Delgado, diretor para o futebol da SAD do Estrela, que foi submetido a uma cirurgia). Isso é o mais importante para mim. Um grande abraço para ele e uma grande luta que ele está a ter, vamos vencê-la juntos.
Esta é uma ideia de jogo que os jogadores estão a comprar, a absorver com um sorriso na cara e muita vontade de crescer em campo. Eu joguei, mas mesmo que não tivesse jogado, vejo que os jogadores se sentem mais realizados, felizes, tentam fazer o que gostam, o que sabem, e posso dizer-lhe que sofremos o golo a tentar sair a jogar.
É a confiança total nos jogadores, na equipa técnica, total. Os jogadores sabiam o que tinham de fazer dentro de campo.
Muitas das vezes o espaço está lá e hoje aconteceu várias vezes - bola no Marcus, no Léo (Antonetti), no Béni quando entrou… temos de ser uma equipa com capacidade para atrair a marcação, mas o objetivo é sempre a baliza contrária, e digo-lhe que as melhores oportunidades de golo são nossas”.
Carlos Vicens (treinador do SC Braga):
“Foi muito determinante, teve muita força, tínhamos de conseguir que houvessem menos transições e para isso tentámos fazer mudanças nesse sentido para recuperar o controlo.
Temos de aprender com estes erros, que nestes finais de uma parte e na seguinte, temos de ser capazes de fazer com que aconteçam menos coisas quando, de que forma seja, a equipa rival nos ataca, e temos uma oportunidade de, rapidamente, na segunda-feira, reagirmos, darmos uma resposta completamente diferente e oferecermos aos nossos adeptos um jogo de outro nível, do que merecem ver, sobretudo, no nosso estádio.
A diferença entre esse período da segunda parte e o resto do jogo? No final da primeira parte, o que aconteceu foi que na pressão pela esquerda chegávamos mais tarde.
Também, tivemos duas situações em que defendemos um pouco mais perto da nossa área e, na segunda parte, o que aconteceu foi que a pressão um pouco mais insistente do Estrela, e o facto de não agarrarmos as segundas bolas e termos um número de perdas de bola acima do que estamos habituados a ter converteu a partida em ida e volta.
Eles (Estrela da Amadora) tinham muito claro que queriam jogar direto e, no final, com a velocidade por fora e também do ponta de lança. Para contrapor isso, tentámos fazer mudanças para recuperar essa situação do controlo do jogo, sabendo que, realmente, os contra-ataques iam sempre ser muito perigosos, mas penso que conseguimos devolver um pouco do controlo do jogo aos nossos jogadores”.
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