Recorde as incidências do encontro
Petit (treinador do Santa Clara):
“Foi um jogo difícil, contra uma equipa com qualidade e com bons jogadores. Foi uma primeira parte dividida, onde acabámos nós por chegar ao golo numa insistência do Gonçalo (Paciência). Acabámos por ser felizes. O Famalicão tentou sempre reagir, mas sem criar muitas situações de golo. A nossa equipa esteve muito equilibrada em termos defensivos.
Na segunda parte, demos a iniciativa ao Famalicão, que tinha de ir à procura do resultado. Tem jogadores com qualidade. Estivemos equilibrados e bem em termos defensivos. Não consentimos nenhumas oportunidades flagrantes. Acabámos nós por ter três ou quatro oportunidades na segunda parte onde tínhamos de matar (o jogo).
(O Paciência) é um jogador com muita qualidade. Posso estar a repetir-me, mas é a realidade. Fez uma pré-época fantástica, conhece bem os momentos de jogo, está a aproveitar e desfrutar. É importante. Mas também é importante que os outros jogadores saibam aquilo que nós queremos do Gonçalo, que não é de muita profundidade e de pressionar".
Carlos Carvalhal (treinador do Famalicão):
“Parabéns ao Santa Clara pela vitória. Uma primeira parte em que os nossos níveis de agressividade com e sem bola foram muito baixos. A espaços, jogámos bem, mas, em termos gerais, em termos de agressividade na primeira parte, fiquei muito chateado com a equipa porque nós tínhamos falado durante a semana que era necessária essa agressividade.
Na segunda parte, a grande diferença que existiu foi fundamentalmente o aumento da agressividade com e sem bola. A nossa equipa empurrou ao adversário para trás. Esteve mais presente no jogo contra um adversário que se fechou bem, que tentava sair em contra-ataque, mas defendia com muita gente.
A mentalidade tem de ser a que esgrimimos na segunda parte. Se tivéssemos jogado de início assim estou convencido de que teríamos conseguido pontos. Era assim que devíamos ter entrado. Foi assim que falámos com os jogadores e foi assim que preparámos o jogo”.
