Num entrevista à agência espanhol EFE, Messi referiu que sempre lutou pelos seus sonhos e objetivos e que apenas quer ser recordado “como um grande desportista”.
“Às vezes consegui e outra não, mas nunca deixei de tentar ganhar tudo o que tinha pela frente”, assumiu o jogador do Inter Miami, que revelou que vencer o Mundial-2022 com a Argentina foi o culminar da sua carreira com algo que “era mais do que um sonho”.
Para o argentino, os golos marcados na final frente à França no Mundial do Catar foram os mais importantes da sua carreira, “pelo significado, pelo momento e pelo encontro que era”.

Lionel Messi lembrou os muitos anos passados no Barcelona, uma passagem “difícil de resumir em poucas palavras”, porque é o clube da sua vida, garantindo ter sido um privilégio partilhar o balneário com jogadores como Xavi, Iniesta, Puyol e “muitos mais”.
“Tivemos a sorte de ter vencido tudo, também pela forma como o fizemos, como desfrutávamos de jogar, de ganhar, de conseguir coisas importantes, mas, sobretudo, pela forma como desfrutávamos do dia-a-dia, dos treinos”, disse.
Sobre o Prémio Princesa das Astúrias, Messi disse ser “um privilégio” juntar-se a um grupo de atletas já galardoados como Serena Williams, Carolina Marín, Rafael Nadal, Eliud Kipchoge, Lindsey Vonn, Paul e Marc Gasol e Michael Schumacher.
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