A equipa satélite da Ducati vai combinar experiência e juventude na próxima temporada. No anúncio oficial, aliás, é isso mesmo que se destaca ao referir os dois títulos mundiais conquistados pelo balear (de Moto3 em 2017 e da categoria principal em 2020), o que "confirma o seu valor ao mais alto nível", e ao falar daquele que é "um dos principais candidatos ao título de Moto2".
Perante os meios oficiais da BK8 Gresini Racing, Dani referiu que correr no MotoGP é "o sonho" da sua vida, "e fazê-lo com uma equipa como esta torna tudo ainda melhor", acrescentou. "É o resultado de muito esforço e trabalho árduo ao longo dos anos. Sei que será um grande desafio, mas estou preparado para crescer tanto como piloto como enquanto pessoa", comentou.
Por motivos contratuais com a Honda, Joan ainda não pode fazer declarações. Ligado à companhia japonesa até 31 de dezembro de 2026, terá de esperar até 1 de janeiro para comentar o que significa para si esta nova etapa, que certamente espera que seja frutífera enquanto vai descontando os meses.
"A partir do próximo ano muitas coisas vão mudar, mas a essência continuará a ser a mesma. Trabalhamos para crescer época após época, e em 2027 vamos fazê-lo com dois pilotos em quem depositamos grande confiança e a quem estamos dispostos a apoiar totalmente", afirmou Nadia Padovani, diretora e proprietária da Gresini.
"Continuaremos a competir ao lado da Ducati Corse, que ao longo dos anos demonstrou ser um parceiro fiável e vencedor, e estamos muito satisfeitos por isso. Por fim, mas não menos importante, no final da temporada vamos despedir-nos de Álex e Fermín, dois pilotos que muito contribuíram para a nossa equipa, tanto em termos de resultados como de relação humana. A eles dedicamos o nosso agradecimento e os nossos melhores votos para o futuro", concluiu Nadia.
