Recorde as incidências da partida

Depois de uma pausa internacional em março sem triunfos (1 empate, 1 derrota), Inglaterra mostrou-se determinada a iniciar a preparação para o Mundial com uma exibição positiva na Florida.
Os Três Leões dominaram a posse de bola nos primeiros 20 minutos, que foram de sentido único, com Ollie Watkins a desperdiçar uma ocasião ao rematar rasteiro para fora, antes de Kane ver um remate de longe defendido por Max Crocombe.
Com vontade de evitar nova humilhação após a derrota por 4-0 frente ao Haiti na quarta-feira, a Nova Zelândia tentou também chegar ao golo, com Matthew Garbett a obrigar Jordan Pickford a uma defesa atenta após um remate em arco.
Apesar dessa oportunidade, a Inglaterra manteve-se por cima e, depois de Kane ser travado à queima-roupa por Crocombe, o avançado do Bayern Munique acabou por quebrar a resistência dos All Whites nos descontos da primeira parte, cabeceando para o canto inferior após um cruzamento perfeito de Djed Spence.
Tuchel fez 11 alterações ao intervalo, incluindo a estreia internacional do jovem de 17 anos, Rio Ngumoha, e o regresso à seleção, 12 meses depois, do avançado do Al Ahli, Ivan Toney.
Apesar da vaga de substituições, a Inglaterra quase aumentou a vantagem aos 49 minutos, quando Dan Burn cabeceou à trave, a curta distância.
Essa acabou por ser a melhor ocasião dos Três Leões na segunda parte, com o tempo a aproximar-se do último quarto de hora e a defesa da Nova Zelândia a resistir à pressão.
Jude Bellingham ainda ameaçou o segundo golo para a Inglaterra, ao rematar por cima numa posição promissora dentro da área, mas a equipa de Tuchel acabou por ter de se contentar com um triunfo pela margem mínima, virando agora atenções para o último jogo de preparação para o Mundial, frente à Costa Rica.
Quanto à Nova Zelândia, atualmente no 85.º lugar do ranking mundial da FIFA, sai encorajada por uma exibição muito mais positiva antes do jogo de estreia no torneio frente ao Irão, a 16 de junho.

