Mundial-2026: Kubo, que já sabe o que é vencer o Brasil, é baixa para o jogo dos 16 avos

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KuboReuters

A estrela do Japão, Takefusa Kubo, continua lesionado e não vai jogar esta segunda-feira frente ao Brasil nos 16 avos de final do Mundial-2026, afirmou o seu selecionador, Hajime Moriyasu, que recordou que já sabem vencer os pentacampeões mundiais.

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"Não conseguiu treinar hoje, está a fazer trabalho individual, corridas, por isso não vai poder jogar pela equipa amanhã contra o Brasil", informou o selecionador nipónico em conferência de imprensa no Houston Stadium, palco do encontro.

Apesar disso, Moriyasu acredita que os Samurais Azuis vão apresentar a sua melhor versão, sobretudo inspirados num antecedente recente: um amigável em outubro de 2025 em Tóquio entre ambas as equipas que o Japão venceu por 3-2.

As últimas épocas de Kubo
As últimas épocas de KuboFlashscore

"Ao revermos os nossos jogos contra o Brasil, nunca tínhamos conseguido uma vitória. Por isso, nesse momento, vimos como se fazia história. Até então, tínhamos 0% de hipóteses de vencer, mas depois percebemos que sim, temos possibilidades de ganhar. Pensamos que vai ser um jogo muito intenso (...) Acreditamos firmemente que podemos vencer (...) O duelo de amanhã vai ser extremamente complicado, mas vamos entrar em campo a dar tudo", acrescentou Moriyasu.

As duas equipas vão defrontar-se na segunda-feira, 29 de agosto, às 19:00, num duelo em que só a vitória interessa. Por isso, o Japão prepara-se até para a marca de grandes penalidades, sendo o próprio Moriyasu a escolher os executantes, adiantou.

Tanto o Brasil como o Japão foram eliminados nas grandes penalidades no Catar2022, ambos frente ao mesmo adversário, a Croácia: Os samurais nos oitavos de final e a canarinha nos quartos.

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Moriyasu apontou como desvantagem o facto de o Brasil ter tido mais dias de descanso após o fim da fase de grupos, embora soubessem do calendário e estivessem conscientes dessa possibilidade.

O técnico recordou que o Japão tem jogadores na Europa ou na América do Sul, "por isso estamos ao nível necessário para competir com equipas de todo o mundo, tanto em velocidade como em ritmo. Também temos força física, capacidade de decisão e qualidade individual. A experiência internacional deu-nos uma grande vantagem. É algo de que podemos sentir-nos orgulhosos".