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Depois de 33 jogos na principal competição de seleções, na qual se estreou em 2006, atuando depois também em 2010, 2014, 2018 e 2022, o jogador albiceleste, de 39 anos, conta 21 golos e 12 assistências, sendo o líder isolado de ambas as tabelas.
Na edição de 2026, Messi marcou ou assistiu em todos os sete encontros da Argentina, num total de oito golos – reparte a liderança da tabela com o francês Kylian Mbappé – e quatro assistências – só perde para o gaulês Michael Olise (cinco).
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Nas meias-finais, face à Inglaterra, o 10 da formação albiceleste não replicou os dois golos de Diego Maradona em 1986, nos quartos, mas fez os passes para os golos que deram a volta ao tento inaugural dos três leões.
Depois do golo de Anthony Gordon, aos 55 minutos, Messi fez o passe para Enzo Fernández empatar, aos 85, e, já nos descontos, aos 90+2, centrou de forma perfeita, de pé direito, para o cabeceamento certeiro de Lautaro Martínez.
Mais importante do que estes números é que o jogador natural de Rosário prepara-se para jogar a sua terceira final de um Mundial, depois de 2014 (derrota com a Alemanha no prolongamento) e 2022 (vitória face à França nos penáltis), igualando o recorde do brasileiro Cafu, que esteve nas finais de 1994, 1998 e 2002.
Com o triunfo, Messi também reforçou o recorde de mais vitórias em jogos de Mundiais, somando a 23.ª, contra as 17 do alemão Miroslav Klose e do francês Kylian Mbappé.
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Em matéria de jogos, tem agora mais seis (33 contra 27) do que o português Cristiano Ronaldo.
A odisseia de Messi nos Mundiais prossegue – e talvez termine - no domingo, dia em que a Argentina vai disputar a final, face à Espanha, que na primeira meia-final bateu a França por 2-0.
