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A tarde começou cinzenta e com chuva em Nova Jérsia, o que forçou a imensa massa adepta a concentrar-se inicialmente sob uma grande tenda nos arredores do estádio.
Por questões de segurança e cumprimento dos protocolos locais, as autoridades dos Estados Unidos impuseram uma ordem temporária de restrição, mantendo o público concentrado para garantir uma entrada organizada.
Mas nenhuma chuva seguraria a invasão viking nas imediações do principal estádio do Mundial. Quando os portões e os acessos foram finalmente permitidos pela segurança, o MetLife Stadium testemunhou uma bonita festa. A cena impressionou os voluntários norte-americanos.
"Nunca vi algo como isso na minha vida", dizia um deles. "Eles não vão parar de vir?", questionava outro.
A multidão norueguesa marchou em direção ao estádio num ritmo contagiante.

Chapéus vikings, bateria e cânticos
O cenário nas imediações do estádio era digno de cinema. Com adereços marcantes, os tradicionais chapéus vikings com chifres dominavam a paisagem visual.
Além disso, o ritmo era ensurdecedor, desde o hino dos estádios "Freed From Desire" ao batuque de tambores que ditavam o compasso dos passos e dos pulos da multidão.

As milhares de vozes entoavam gritos de apoio à seleção da Noruega, ecoando pelos caminhos que davam ao MetLife Stadium.
Esta é a quarta participação da seleção escandinava em Mundiais. Na posição número 31 no ranking da FIFA, a melhor participação norueguesa em Mundiais aconteceu em 1938, quando finalizou na 12ª posição.

