Siga o US Open no Flashscore
Vencedor do quarto e último Grand Slam da temporada, em 2022 e 2025, o número três do ranking ATP acabou por nem sequer chegar às meias do torneio de piso rápido norte-americano, fracassando ao cabo de quatro horas e 28 minutos.
"Saio do court feliz. Saio com um sorriso, saudável e era disto de que eu precisava. Saímos felizes, de cabeça erguida. Lutámos muito, levei ao limite um jogador que vem apresentando um nível incrivelmente alto nesta temporada. Obviamente, queria vencer e continuar no torneio, mas o mais importante era ganhar ritmo de jogo e encontrar uma boa intensidade", analisou Alcaraz, após perder pelos parciais de 6-7 (5-7), 6-1, 6-3, 1-6 e 7-6 (10-7).
Já Shelton, nono da hierarquia, vai agora defrontar o compatriota Francis Tiafoe (12.º) nas meias, que horas antes tinha batido o também norte-americano Alex Michelsen, por 5-7, 3-6, 7-5, 6-3 e 7-6 (10-6), e falou em “partida épica e muito física" com Alcaraz.
"O Carlos já é um dos grandes campeões do nosso desporto, com apenas 23 anos. É sempre divertido enfrentá-lo. O que ele consegue fazer em court é impressionante. Mas sim, foi a partida de que mais gostei na minha carreira, sem dúvida", admitiu.
Já com presença assegurada nas meias-finais, mas no quadro feminino, está a norte-americana Jessica Pegula, número três do ranking, após bater a também anfitriã Emma Navarro, por 3-6, 6-4 e 6-3, e agora terá um duro teste com bielorrussa Aryna Sabalenka, vencedora do US Open nos últimos dois anos.
“Para mim, é divertido analisar a rivalidade que tivemos. Ela trouxe-me até aqui nos últimos dois anos. Consegui vencê-la algumas vezes, talvez em palcos menores. Acho que isso será um obstáculo que terei de superar”, perspetivou Pegula.
