Djoko junta-se ao clube de Rafael Nadal, Roger Federer, Serena Williams, Carlos Alcaraz e Naomi Osaka, que já também tiveram as carreiras retratadas no grande ou pequeno ecrã.
A direção do filme de Djokovic é de Jason Hehir, consagrado diretor de "The Last Dance" (“A Última Dança"), a aclamada minissérie sobre a última temporada de Michael Jordan ao serviço dos Chicago Bulls.
Acesso exclusivo
O filme promete dar um "acesso exclusivo e inédito aos bastidores" para traçar o arco dramático e multifacetado do tenista: desde a infância numa Sérvia devastada pela guerra, passando pelo papel de "intruso indesejado" no duopólio dominado por Federer e Nadal, até se consolidar como o maior vencedor da história do ténis masculino.
“Novak deu-nos acesso irrestrito à sua incansável preparação física e mental enquanto compete no nível mais alto do desporto, em duelos com atletas que às vezes têm metade de sua idade", contou o diretor Jason Hehir.

“Nesse processo, passamos a conhecê-lo como pai, marido, amigo e, por vezes, como uma figura cultural polarizadora e irritantemente obstinada. É uma pessoa fascinante, e estou animado para que o público assista a essa exploração de um GOAT na encruzilhada do crepúsculo de uma carreira brilhante”, acrescentou.
Enquanto Federer e Nadal optaram por lançar documentários somente após a reforma oficial, e jovens como Alcaraz e Osaka registaram as trajetórias no auge físico, Djokovic surge num meio-termo estratégico.
O título "O Lobo no Inverno" faz alusão ao estágio maduro da sua jornada, mas o sérvio de 39 anos recusa-se a parar. Novak chegou à meia-final de Wimbledon semana passada e continua à caça do recorde de 25 títulos de Grand Slam.
Assim como ocorreu com o espanhol Rafael Nadal no documentário "Rafa" lançado pela Netflix no mês passado, Djokovic não assina como produtor do filme.
