Recorde as incidências da partida
"Ambos jogámos a um nível extremamente elevado durante os dois primeiros sets", avaliou o recente campeão de Roland-Garros em conferência de imprensa após a derrota por 6-7 (7), 7-6 (2), 6-3, 6-4.
"Infelizmente falhei uma direita no início do tie-break do segundo set, isso mudou um pouco a dinâmica" do encontro, lamentou.
"No terceiro set, o meu nível baixou um pouco, mas voltou a subir no quarto, em que fui quebrado com alguma infelicidade, portanto... No geral, acho que ambos jogámos a um nível elevado durante todo o encontro", congratulou-se.
Questionado sobre as evoluções que introduziu no seu jogo, que procura tornar menos passivo desde o início da época, trabalhando sobretudo a sua direita, menos eficaz do que o seu reverso, Zverev considerou que "bater a direita o mais forte possível é sempre uma boa opção".
"Quando tenho oportunidade, bato-a com toda a força. Por vezes resulta, outras vezes não, depende dos dias. Mas dou sempre tudo. Esse é o meu objetivo para este ano e espero que para o resto da minha carreira", explicou Zverev.
"É este o ténis que quero praticar. Quanto mais o fizer, melhor me tornarei, pelo menos assim espero. Conquistei o meu primeiro Grand Slam em Paris, alcancei a minha primeira final aqui (em Wimbledon, nota da redação), isso mostra que algo está a funcionar melhor. Ainda não é perfeito, mas penso que estamos a ir na direção certa", congratulou-se o alemão, N.º2 mundial já a partir de segunda-feira.
Questionado sobre a sua escorregadela a meio do terceiro set, que lhe provocou uma expressão de dor e o levou a agarrar o joelho direito, Zverev procurou tranquilizar.
"Foi uma hiperextensão do joelho. Tive alguma dificuldade em impulsionar-me no serviço a seguir, por isso a velocidade dos meus serviços diminuiu um pouco. Mas de resto estava tudo bem", concluiu o finalista, após a sua quarta derrota em cinco finais de Grand Slam.
