Recorde as incidências do encontro
João Coelho (treinador do Sporting):
"São jogos sempre imprevisíveis, um duelo com as melhores equipas nacionais, uma rivalidade grande, histórica, nunca sabemos muito bem o que é que pode ditar o desfecho final.
Servimos bem o primeiro parcial e estivemos bem no ataque também, com uma fase de jogo muito boa. No segundo set, conseguimos acertar no bloco, e com a diferença no marcador, o adversário teve de correr mais riscos.
(O Benfica) Tem jogadores de grande categoria e vai ser uma dura batalha esta época, mas há uma cultura de vitória, uma identidade própria.
Esta equipa jogou como se fosse o primeiro jogo e amanhã será novamente como se fosse o primeiro. Temos um campeonato, há a Taça e as provas europeias. A equipa trabalha e entrega-se muito.
Nós ganhámos com justiça. Considero que a nossa equipa tem um teto de evolução ainda bastante apreciável.
Os jogadores têm qualidade e competência, trabalham e há uma dinâmica de vitória que também facilita estes índices de confiança e, sobretudo, uma cultura de vitória que trazem todos os dias e treinam como se fosse o primeiro dia".
Sakis Psarras (treinador do Benfica):
"Dou os parabéns ao Sporting pela vitória. Tem um jogo muito bom, melhor do que nós. Neste momento, é óbvio que eles têm uma vantagem em cada aspeto do jogo: técnico, tático e também psicológico. Estão mais fortes, confiantes, mais estáveis e isso vê-se em cada ponto disputado.
Nós precisamos de dar um passo em frente, de mudança, se queremos alterar esta situação, porque durante os últimos dois anos o Sporting ganhou muitos jogos contra nós. Isso pesa, cria pressão e afeta a forma como entramos no jogo. Precisamos mudar isso e criar mais confiança nos nossos jogadores, fazê-los acreditar que podem competir ao mesmo nível.
Neste momento, precisamos de ser honestos e mudar muitas coisas, pensamento, mentalidade, como jogamos, como reagimos, como enfrentamos os momentos difíceis, tudo. Não é apenas um detalhe, é uma mudança completa.
Temos de assumir que o que fazemos agora não chega. Precisamos trabalhar mais, melhorar mais e acreditar mais".
