Reveja aqui as principais incidências da partida
Depois da complicadíssima estreia na casa do Veszprém, um dos favoritos a conquistar esta edição da Liga dos Campeões de andebol, o FC Porto regressou ao conforto de casa para defrontar o Partizan, aquele que em teoria seria o adversário menos complicado.
E a teoria passou à prática. Com uma entrada desastrada em jogo do Partizan – muitas falhas técnicas com remates que nem sequer encontraram o alvo – o FC Porto aproveitou para cavar uma margem interessante (16-10).
De resto, no primeiro tempo a principal dificuldade dos azuis e brancos foi lidar com o aspeto físico de Tobias Wagner, um pivô imponente que conseguiu ganhar várias exclusões e complicar a vida aos azuis e brancos.
Com três golos de vantagem ao intervalo (17-14), o FC Porto aplicou a mesma receita. Uma entrada forte na etapa complementar permitiu aumentar a vantagem de novo (20-16) e segurar um Partizan que apostou no 7x6, mas com pouco efeito, já que pare isso também contribuiu muito a grande exibição de Abrahamsson (sete defesas, 28% de eficácia).
Até final nota ainda para o regresso muito aplaudido de Diogo Rema à baliza azul e branca, que fez o quarto de hora final. O internacional português foi importante a segurar a vantagem azul e branca no final (29-27).
António Martínez terminou como o melhor marcador dos azuis e brancos com oito golos. Lumbroso foi o mais certeiro dos sérvios, com sete tentos.
Com a primeira vitória alcançada, o FC Porto junta-se ao Füchse Berlim, próximo adversário, ambos com dois pontos, a dois do líder Veszprém. O Partizan continua sem somar qualquer ponto. Recorde-se que só os dois primeiros avançam para a próxima fase.
