"Quero dizer que sou inocente e que lamento profundamente a sua morte", declarou Leopoldo Luque, neurocirurgião, um dos principais acusados do grupo de profissionais de saúde novamente julgados em San Isidro (perto de Buenos Aires) desde terça-feira, dez meses após um primeiro julgamento ter sido anulado.
Estes sete profissionais (médico, psiquiatra, psicólogo, enfermeiros) respondem por "homicídio com dolo eventual", ou seja, negligências cometidas sabendo que poderiam causar a morte. Todos negam qualquer responsabilidade na morte de Maradona. Arriscam penas entre 8 e 25 anos de prisão.
