Recorde aqui as incidências do encontro
Fernando Sá (treinador do FC Porto):
"O que está aqui é, da parte dos meus jogadores, solidez, coesão e humildade. Se nos passar pela cabeça perder isso, deitamos tudo por água abaixo. Se acharmos que está tudo conseguido, tudo se pode inverter. Que continuemos todos juntos, unidos, e a encarar todas as posses de bola, ofensivas e defensivas, com muita seriedade.
O que deu a vantagem e permitiu mantê-la foi a solidez defensiva, a forma empenhada e concentrada como nos ajustámos às diversas formas de atacar do Benfica. Se, na Luz (vitória no segundo jogo), garantimos mais dois jogos, a única coisa que esta vitória garante é mais dois jogos.
Há duas vertentes: o orgulho que sinto no trabalho, esforço e resiliência, independentemente do desfecho. Ainda como treinador, ambiciono o título e, da mesma forma que sinto as derrotas, se eventualmente ganharmos o campeonato, é saber que as pessoas vão estar muito felizes, como adeptas, tanto como eu".
Norberto Alves (treinador do Benfica):
"O jogo foi uma completa diferença de eficácia entre nós e eles: 32% de lançamentos de campo. Apesar disso, a atividade defensiva foi boa. Provocar 20 turnovers ao FC Porto não é nada fácil. Não entrámos nada bem, permitimos cestos fáceis ao FC Porto, que lhes deram confiança.
Perto do intervalo, reduzimos a diferença para menos de 10 pontos, mas, numa ou outra decisão a seguir, não conseguimos manter o jogo encostado. O controlo emocional sentiu-se. Temos de mudar caras, energia e vir com outra atitude.
Essa é realmente uma circunstância diferente. Temos de lidar com ela. Nunca estivemos atrás numa final, mas temos de ter o caráter para ganhar. Se não ganharmos no domingo, acabou. É a última oportunidade para nos mantermos vivos, ou o FC Porto é campeão. Desde o primeiro segundo, no domingo, todos os jogadores têm de estar na mesma página".
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