As viagens para os torneios por todo o mundo moldaram não só a sua visão sobre o jogo, mas também sobre a vida: "Estas experiências são o melhor que me aconteceu. Recomendo a todos que representem o seu país."
O facto de Durant ser um caso à parte com a camisola dos EUA é sublinhado pelos seus companheiros. Para o antigo selecionador Steve Kerr, o 16 vezes All-Star é o melhor jogador internacional da história dos EUA. O seu antecessor, Gregg Popovich, foi ainda mais direto após o ouro olímpico em Tóquio: "Sem o Kevin não há ouro."
Também na NBA, o bicampeão MVP das finais continua a bater recordes: recentemente, Durant ultrapassou Michael Jordan e subiu ao quinto lugar da lista de melhores marcadores de sempre da NBA (32 597 pontos). O próximo na mira é Kobe Bryant (33 643 pontos).
As probabilidades são boas para que Durant continue a escrever a sua lenda em 2028 sob o comando do novo selecionador dos EUA, Erik Spoelstra – até porque o próprio Durant revelou o quanto o reconhecimento dos treinadores o toca: "Limitei-me a aparecer e a corresponder. Trabalhar com estes treinadores é o motivo pelo qual volto sempre."

