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Desta forma, o título da NBA feminina será decidido pela primeira vez num sétimo jogo, que as Valkyries vão disputar em casa no sábado, em São Francisco (Califórnia).
Allisha Gray e Rhyne Howard combinaram-se esta quinta-feira para 44 pontos na indispensável vitória caseira de Atlanta, que estava encostado à parede depois de sofrer duas derrotas consecutivas na série.
Aos 23 pontos de Gray e aos 21 de Howard juntou-se o contributo da poste Angel Reese, uma das jogadoras mais populares do campeonato, com 15 pontos e 14 ressaltos.
A franco-americana Gabby Williams liderou o ataque das Golden State com 26 pontos.
Este jogo, que podia decidir o título, começou às 12:30, hora de Atlanta, um horário invulgar que gerou enorme polémica.
"Valorizamos o apoio num dia de trabalho"
A liga decidiu antecipar a hora de início porque o pavilhão, o State Farm Arena, também tinha de receber esta quinta-feira um jogo da NBA entre os Atlanta Hawks e os Cleveland Cavaliers.
O horário madrugador não apanhou as jogadoras da casa de surpresa, que entraram determinadas desde o início a prolongar a série.
Uma sequência de 13-0 no primeiro período deu à equipa da casa uma vantagem de 19-5 que se revelou decisiva, já que o Dream conservou uma diferença de dois dígitos durante a maior parte do encontro.
"Sempre que desferimos o primeiro golpe nesta série, ganhámos o jogo", declarou Reese. "Não queríamos que toda a gente viesse ao pavilhão ao meio-dia e meia sem motivo. Valorizamos o apoio num dia de trabalho", afirmou.
A WNBA, criada em 1997, adoptou em 2025 um formato de Finais à melhor de sete jogos, à semelhança da NBA.
