Recorde aqui as incidências do encontro
Análise: "Foi um jogo difícil frente a uma equipa que está a atravessar um bom momento e nós não tivemos pernas para o que o jogo exigia. Não consigo dizer mais nada. Antes de ir ao que é tático, não tivemos frescura, pagámos muito o preço do jogo de há quatro dias. Não são estímulos a que estejamos habituados, temos de crescer, tivemos a obrigação de jogar nesta data e não conseguimos corresponder. Não estivemos à altura, o adversário foi melhor e ganhou o jogo".
Segunda parte deixou o Moreirense exposto?: "Na primeira parte já se sentiu (a quebra do ritmo), chegamos atrasados à pressão, não estávamos compactos. O Benfica encostou-nos mais atrás do que poderíamos ter feito. Simplesmente nunca tivemos a frescura para cobrir a bola nos centrais do Benfica - que ligam muito o jogo -, já se sentia que não tínhamos capacidade na primeira parte. Não conseguimos gerir o jogo com bola fruto do ritmo alto que o Benfica colocou. Não tivemos pernas para a exigência do jogo".
Calendário dificulta a vida (já jogou com SC Braga, FC Porto e Benfica): "Não se trata do calendário, mas sim de disputar um jogo a meio da semana que não era suposto. Se olharmos para o sorteio, há uma condicionante que sugere que as equipas não devem jogar com o top-5 da última época em semanas consecutivas. Nós não jogamos em semanas consecutivas, foi três dias depois. Fica difícil, não posso pedir mais aos jogadores.
Temos de crescer e levamos muita coisa boa para o futuro. O Marítimo é uma equipa com muito valor, mas o nosso primeiro grande adversário chama-se: tempo de recuperação. É algo que é novo para nós, fomos obrigados a lidar com esta situação e não tenho dúvidas que segunda-feira vamos dar uma alegria aos nossos adeptos".
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