A proibição não é extensível às classes inferiores (Moto2 e Moto3), mas acarreta restrições para a de MotoGP já este ano, uma vez que, apesar de manter inalterada a autorização da participação de pilotos convidados em 2026, estes “não poderão utilizar motos de 850cc, com especificações de 2027”.
A FIM, presidida pelo português Jorge Viegas, pretende dessa forma impedir que os pilotos de teste das equipas de MotoGP possam utilizar as provas do Mundial de 2026 para desenvolver protótipos para a próxima temporada, na qual serão efetuadas alterações significativas dos regulamentos, como a redução da cilindrada de 1.000cc para 850cc.
