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Jogo 300: “É sempre importante porque é um título. Nem eu sabia que é um jogo 300. Fico muito honrado, sou menino da casa, dá sempre orgulho e honra continuar a representar o clube do coração. É importante que é um título e o FC Porto vive de títulos”.
Campeão nacional: “Pensamento é sempre não pensar no que fizemos no passado. É o primeiro passo escorregar. Exigimos a todos os jogadores que o passado está no passado e queremos trazer mais títulos”.
Torreense: “É claramente uma equipa que merece respeito por tudo o que fez no final da Taça de Portugal, contra o Sporting. Estamos avisados do que aconteceu, vai ser uma equipa que vai jogar com muita vontade de querer surpreender novamente. Como FC Porto não queremos dar imagens de que por sermos campeões vamos ganhar o jogo. Esse não é o nosso ADN, vamos dar o nosso melhor”.
Futuro: “Não irei sair amanhã. Como todos sabem, nenhum jogador, treinador, pode garantir o futuro, nunca sabemos o dia de amanhã. É o clube do meu coração, irei sempre dar a minha vida por ele e o meu compromisso vai ser igual”.

Perigo do favoritismo: “É uma final. A mentalidade do FC Porto é jogar contra o próximo clube, com o máximo respeito por todas as equipas. Sabemos bem o que aconteceu com o Sporting, é uma equipa que merece respeito, vai estar motivada e no seu máximo. Em termos físicos vai ser o jogo em que mais vão dar a vida, mas somos o FC Porto, já mostrámos a nossa identidade, queremos melhorar e estamos a jogar pela cidade e o nosso povo, que é muito bom poder representá-los”.
Semana complicada: “Acho que o que aconteceu com o meu avô vai ser a maior motivação para o poder homenagear como portista que era. Quero deixá-lo orgulhos e dar a vitória amanhã”.
Resistir à tentação do estrangeiro: “Tal como disse, ninguém pode prometer o que vai fazer no futuro. Estou a ser sincero, não quer dizer que vá sair. A questão do número (recusar o 2 e manter o 99) não tem nada a ver. Sou feliz aqui, é o meu clube do coração. Enquanto cá estiver vou fazer o meu trabalho e dar o amor ao meu clube que me deu. É simples”.

