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Melhores memórias na Seleção: "Aquele em que a Andreia Norton faz o golo que nos leva ao Europeu pela primeira vez. São memórias que guardo sempre com muito carinho, estando aqui na seleção e representando esta casa durante todos estes anos".
Momentos mais difíceis: "Tivemos muitos jogos difíceis com equipas que estão muito acima de nós no ranking. São memórias que não gosto tanto de guardar. Os jogos com a Espanha e com a Inglaterra foram muito duros para nós".
Apoio às jogadoras mais jovens: "Sem dúvida. Tentamos sempre, de alguma forma, estar pertinho delas, porque sabemos a ilusão que é chegar aqui pela primeira vez, a felicidade e o nervosismo também, que faz parte. Estamos sempre próximas e tentamos acolhê-las da melhor forma".
Marca das 100 internacionalizações: "É uma felicidade e um orgulho. Estar aqui há tantos anos e com treinadores a confiar em mim. Poder representar o nosso país deixa-me, sem dúvida, muito feliz e orgulhosa".
Letónia: "Tentamos preparar todos os jogos da melhor forma. Temos noção de que o jogo com a Letónia vai ser difícil. Apesar de já não ter qualquer hipótese, vai querer deixar uma marca positiva e temos noção disso. É uma equipa que apresenta um bloco muito baixo, o que nos cria certas dificuldades, mas estamos a trabalhar no sentido de poder contrariar isso".
Pressão: "Confiança e responsabilidade também. Mas é sempre bom dependermos só de nós. Foi por isso que trabalhámos, para chegar até esta fase dependendo apenas de nós. Temos a noção de que vão ser jogos difíceis. A Finlândia, lá fora, será um jogo muito complicado porque estamos separados por apenas três pontos e elas também vão querer igualar-nos. Mas nós vamos fazer tudo para sermos vitoriosas".
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