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“Levanta-se o moral focando nos próximos passos, aprendendo com os erros que cometemos e olhando para eles como bons degraus na aprendizagem. Temos de nos focar nas coisas que temos de fazer melhor e em todos os processos em que a equipa precisa de evoluir. Teremos de abraçar tudo o que nos acontece de forma positiva, para que o processo seja mais rico”, expressou, na antevisão ao embate.
Na sequência da goleada por 7-0 sofrida na receção ao Benfica, em que a estrutura defensiva do Casa Pia “foi uma rede muito permeável”, o objetivo para Barcelos é pensar em soluções, com possíveis mexidas, mas sem particularizar futebolistas.
“Esperamos um jogo muito agressivo. O Gil Vicente defende em 4-4-2, parecido com alguns conteúdos que estudámos para o Benfica. Com bola, eles têm uma dinâmica muito forte nas laterais. É uma equipa madura e fisicamente muito forte também. O alerta é máximo, mas este desafio é o melhor que nos podia aparecer pela frente. Nós teremos de elevar os níveis de agressividade, que estiveram muito aquém contra o Benfica. A expectativa é que toda a gente esteja à altura”, realçou.

Durante a semana, os extremos João Rego e Aymen Zouin reforçaram o plantel dos gansos, com o técnico a salientar que “podem aportar uma qualidade superior ao último terço”, ao ajudar os pontas de lança a serem servidos com mais qualidade.
“Vejo estas novas entradas como um aumento da qualidade média do plantel e da competitividade interna com os que já cá estavam”, disse o treinador, de 41 anos.
Os casapianos não contam com qualquer contratação no setor defensivo, embora Filipe Coelho assim o deseje, mas garantiu estar “tranquilamente à espera”, com a missão de oferecer “maior qualidade e maturidade” ao conjunto de Pina Manique.
O lanterna-vermelha Casa Pia, sem pontos, visita o Gil Vicente, oitavo, com três e menos um jogo, na segunda-feira, às 20:15, na terceira ronda da Liga, no Estádio Cidade de Barcelos, arbitrado por Anzhony Rodrigues, da associação da Madeira.
