Michael Bradley fez história no futebol norte-americano. Conhece bem as dinâmicas do "soccer", mas também tem uma experiência relevante no futebol europeu, tendo vestido as camisolas do Chievo e da Roma, assim como do Borussia Mönchengladbach e do Aston Villa.
Depois de iniciar a carreira de treinador, este ano tornou-se o novo técnico dos New York Red Bulls. À margem do lançamento da nova época da MLS, que decorreu ontem em Nova Iorque e contou também com a presença de Griezmann e Tim Ream, Bradley voltou a falar sobre o caso Balogun, o avançado norte-americano expulso e posteriormente readmitido pela FIFA numa decisão inédita.
"Que opinião formei? É uma pergunta difícil. Pessoalmente, acredito que o que acontece durante um Mundial deve ficar dentro do futebol. Teria preferido que as regras se mantivessem como estavam, sem alterações durante o torneio", afirmou.
Um caso que, para alguns, acabou por influenciar os jogadores antes do jogo que ditou a eliminação dos Estados Unidos do Mundial. Bradley, no entanto, não considera que o caso tenha tido impacto no resultado.
"Pessoalmente, não penso assim. Enquanto jogador, sempre estive muito focado no que podia controlar. Acho que os jogadores também pensaram sobretudo no jogo. Se no fim foi decidido que Balogun podia jogar, então jogou. Mas não creio que isso tenha feito a diferença".
Por fim, uma avaliação ao percurso dos Estados Unidos: "Gostei muito. Quando organizas um Mundial em casa, é natural sonhar com algo ainda maior. Sendo o país anfitrião, tens sempre a ambição e a esperança de chegar o mais longe possível", concluiu.
Mundial-2026
O Campeonato do Mundo de 2026 tem lugar de 11 de junho a 19 de julho nos Estados Unidos, Canadá e México. O torneio conta com 48 seleções nacionais e é disputado em 16 estádios modernos.
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