"A parceria abrange o Mundial de 2026, o Mundial de 2030, o Mundial Feminino de 2027 e o Mundial Feminino de 2031", informou a CCTV sobre um acordo que inclui transmissão em televisão, internet e dispositivos móveis.
Este acordo põe fim às preocupações dos milhões de adeptos de futebol na China, que, a menos de um mês do apito inicial do Mundial da América do Norte, não tinham a certeza de poder acompanhar o evento em direto nas suas casas.
No entanto, os chineses terão o inconveniente dos horários, já que tanto o jogo inaugural entre México e África do Sul, a 11 de junho, como a final em Nova Jérsia, a 19 de julho, começarão às três da madrugada para os habitantes de Pequim e Xangai.
A CCTV não revelou o valor do acordo, embora o meio de comunicação chinês The Paper tenha avançado que o contrato está avaliado em 60 milhões de dólares, citando fontes próximas das negociações.
3.000 milhões de habitantes
Os meios de comunicação chineses receberam convites para um evento de apresentação da CMG no domingo, no qual se espera que sejam divulgados os detalhes da cobertura e dos acordos de distribuição.
Resolvida a transmissão do Mundial na China, à FIFA falta ainda fechar um acordo com o outro gigante asiático, a Índia.
Dois países que juntos somam 3.000 milhões de habitantes e representam um mercado gigante para a FIFA.
Apesar de estas duas nações não estarem apuradas para o Mundial organizado nos Estados Unidos, Canadá e México, o interesse pelo torneio é elevado, especialmente entre os chineses.
Segundo a FIFA, o país representou 49,8% do total de horas de visualização em plataformas digitais e redes sociais a nível mundial durante o Mundial de 2022 no Catar.
