Este projeto é "o sintoma de uma governação que deixou de colocar o futebol em primeiro plano" e atua "fora de qualquer enquadramento e sem transparência, consulta ou procedimento regular", escreveu a CONCACAF num comunicado, este sábado.
A Federação Asiática também pediu "mais transparência." "O futuro do futebol mundial deve ser sempre organizado em torno de consultas apropriadas, diálogo coletivo e respeito pelas estruturas de governação do nosso desporto", escreveu o presidente da AFC, Shaikh Salman.
A Federação Alemã exigiu uma "investigação completa" sobre a sua elaboração e reclamou uma "mudança cultural fundamental" no seio do organismo dirigente do futebol mundial. Gianni Infantino "agiu de forma unilateral, sem transparência e, em última análise, de maneira irresponsável face aos interesses do futebol", declarou o presidente da DFB, Bernd Neuendorf, à agência SID.
"Com a UEFA e outras confederações, devemos garantir que uma cultura fundamentalmente diferente se imponha na FIFA — uma cultura em que, acima de tudo, as decisões voltem a ser discutidas e tomadas pelos membros nos órgãos dirigentes", acrescentou.
Por fim, a Federação Neerlandesa reagiu. "Este resultado sublinha a importância de as decisões relativas ao futuro do futebol internacional serem tomadas de forma transparente e em estreita concertação com todas as partes envolvidas. A KNVB mantém-se empenhada, ao lado da UEFA e das federações de futebol de todo o mundo, em prol de uma boa governação e de um movimento futebolístico internacional forte, no qual os interesses deste desporto prevalecem sempre."
