Tashima, que já foi membro do Conselho da FIFA, é a segunda pessoa a anunciar que vai desafiar Infantino, depois do antigo defesa suíço do Tottenham, Ramón Vega.
"Com o pleno apoio da JFA, decidi apresentar a minha candidatura à eleição presidencial da FIFA", declarou o japonês através de um comunicado.
"Acredito que é importante que a sinceridade, a integridade e os elevados padrões éticos que o futebol japonês valoriza e constrói há muito tempo sejam claramente transmitidos à comunidade futebolística mundial", afirmou.
"(Quero) partilhar estes princípios com o mundo e contribuir para um futuro melhor para o futebol", acrescentou sobre o seu objetivo.
Presidente da JFA entre 2016 e 2024, o dirigente pretende apoiar-se "na experiência adquirida ao longo dos anos".
"Assumirei este desafio com uma determinação firme para poder contribuir para a continuidade do desenvolvimento do futebol mundial", afirmou o dirigente no texto.
Infantino é o favorito à vitória
O prazo para os candidatos se apresentarem à eleição termina a 18 de novembro.
À frente do organismo que rege o futebol mundial desde 2016, o suíço-italiano Infantino continua a ser o grande favorito nas eleições que vão realizar-se durante o Congresso da FIFA, a 18 de março de 2027, em Rabat, apesar das críticas que tem recebido desde o anúncio de um projeto abandonado de criação de uma sociedade comercial aberta a investidores privados.
Mas Gianni encontra-se agora numa posição mais favorável para garantir a reeleição, depois de a Confederação Asiática de Futebol o ter apoiado no mês passado.
O atual presidente tinha declarado anteriormente que contava com o apoio da "grande, grande maioria" das associações-membro e tinha rejeitado os apelos para que abandonasse o cargo.
