“Não é apropriado. A qualificação deve ser conquistada em campo”, disse Abodi à margem de uma cerimónia no Palácio do Quirinal, em Roma, referindo-se ao esforços de Paolo Zampolli, enviado da Casa Branca, que sugeriu ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, a exclusão do Irão a favor da Itália.
O regulamento da entidade máxima do futebol (FIFA) estipula que, em caso de desistência de uma equipa qualificada, a organização tem liberdade para designar a sua substituta.
A seleção iraniana garantiu diretamente o seu lugar para o Mundial, em março, depois de vencer o seu grupo nas eliminatórias da Confederação Asiática de Futebol (AFC).
A Itália, campeã do mundo em 1934, 1938, 1982 e 2006 e finalista em 1970 e 1994, vai estar ausente de uma fase final pela quinta vez, a terceira seguida, depois de ter sido eliminada pela Bósnia-Herzegovina no play-off europeu de qualificação para o Campeonato do Mundo de futebol, a disputar nos Estados Unidos, no Canadá e no México.
