Mundial-2026: Cannavaro, selecionador do Uzbequistão, elogia "icónicos" James e Luis Díaz

Fabio Cannavaro dá instruções aos seus jogadores
Fabio Cannavaro dá instruções aos seus jogadoresREUTERS/Toby Melville

Perante a iminente e histórica estreia do Uzbequistão no Mundial, o selecionador, Fabio Cannavaro, demonstrou respeito pelo ataque da Colômbia liderado por James Rodríguez e Luis Díaz, mas depositou confiança no defesa Abdukodir Khusanov como um dos seus trunfos para superar o desafio desta madrugada.

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"A Colômbia é um adversário difícil que não oferece nada de graça, com jogadores de grande qualidade", afirmou Cannavaro na terça-feira em conferência de imprensa no Estádio Azteca, centrando a sua atenção em Díaz e James.

"São dois jogadores icónicos que podem mudar o jogo quando quiserem, temos de os vigiar com muita atenção", acrescentou o italiano, que vai viver o seu primeiro Mundial como treinador aos 52 anos.

O técnico italiano destacou que a sua equipa conta com Abdukodir Khusanov, que é uma das figuras do Manchester City de Inglaterra.

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"É um dos defesas mais promissores, é muito astuto e muito forte. É inteligente e consegue adaptar-se a qualquer sistema, e vamos aproveitar isso", sublinhou Cannavaro.

Com a experiência de ter disputado quatro Mundiais por Itália, Cannavaro procurou retirar "a pressão" aos seus jogadores, pois considera que estão "num grupo muito difícil".

Apesar de ter os prognósticos contra no Grupo K, onde também estão Portugal e República Democrática do Congo, o italiano afirmou que a sua equipa não tem "nada a perder".

"Pele de galinha"

O técnico avisou que os Lobos Brancos chegaram à América do Norte com o objetivo de mostrar ao mundo "a mentalidade dos uzbeques".

"Queremos que o nosso povo se orgulhe de nós. Queremos mostrar o quanto o futebol uzbeque quer crescer", destacou o treinador em conferência de imprensa.

Cannavaro desvalorizou os possíveis efeitos da altitude (2.240 metros) da Cidade do México, porque "é um problema que todas as equipas que jogam lá enfrentam, não apenas o Uzbequistão".

Reconheceu também que, ao entrar no Estádio Azteca, ficou com "pele de galinha" e definiu o recinto "como um dos três estádios mais icónicos do mundo".