Recorde as incidências da partida
No entanto, a realidade é bem diferente. O empate entre o Uruguai e a Arábia Saudita (1-1) deixa o grupo H com um empate quádruplo a um ponto, ficando tudo como estava antes do início do Mundial, mas com menos um jogo disputado.
Isto significa que, se a Espanha vencer os seus dois próximos jogos, frente à Arábia Saudita (sexta-feira, dia 21) e contra o Uruguai (sábado, dia 27), seguirá para os oitavos de final como primeira do grupo.
E é que, embora o Mundial ainda agora tenha começado, ninguém ignora que, caso a seleção passe como segunda do grupo, as hipóteses de defrontar a Argentina na primeira eliminatória aumentam consideravelmente.
Déjà vu
No Mercedes Benz-Stadium de Atlanta, viveu-se um déjà vu do que aconteceu na Rússia 2018 frente à anfitriã (1-1) e no Catar 2022 diante de Marrocos (0-0). Em ambos os jogos, a Espanha dominou a posse de bola mas não conseguiu concretizar em golos e acabou por cair na marca das grandes penalidades.
No entanto, tanto em Kaliningrado com Hierro como em Rayán com Luis Enrique, os jogos eram dos oitavos de final. Desta vez, há margem para melhorar. A Espanha de Luis de la Fuente tem-se destacado por apresentar várias soluções ofensivas, embora o jogo pelas alas nesta ocasião estivesse limitado, já que nem Lamine Yamal nem Nico Williams estavam em condições para jogar os 90 minutos, Yeremy Pino não jogou e Víctor Muñoz também regressava de lesão.
A falta de golo não é um problema habitual
Espanha faz reset, vira a página do que aconteceu frente a Cabo Verde e concentra-se única e exclusivamente na Arábia Saudita. Espanha, que soma 31 jogos consecutivos sem perder, só ficou em branco em três desses encontros. Frente à Sérvia na Liga das Nações em Belgrado, diante do Egito no particular disputado em Barcelona e na estreia mundialista contra Cabo Verde.
Nesses 31 duelos, a Espanha soma 85 golos marcados e 27 sofridos. Ou seja, tem uma média de 2,71 golos por jogo.
